Assisti a uma peça de teatro que achei ótima: Tempo de Comédia, com direção de Eliana Fonseca e atuações de Julia Carrera, Eduardo Muniz, Luiz Damasceno, Malu Pessine e outros.
O texto é do inglês Alan Ayckbourn, o dramaturgo vivo mais encenado em todo o mundo. Escreveu, em seus 50 anos, mais de 70 peças. Ganhou inúmeros prêmios. Suas peças são montadas por todo o mundo e também com adaptações para televisão e cinema. A peça é uma sátira à televisão e à ficção científica.
O texto é do inglês Alan Ayckbourn, o dramaturgo vivo mais encenado em todo o mundo. Escreveu, em seus 50 anos, mais de 70 peças. Ganhou inúmeros prêmios. Suas peças são montadas por todo o mundo e também com adaptações para televisão e cinema. A peça é uma sátira à televisão e à ficção científica.
A história ocorre num futuro não tão distante, onde robôs substituíram atores nas novelas de baixo orçamento. O jovem escritor Adam Trainsmith conhece Chandler Tate, diretor de comédias aposentado e que dirige esses atores robôs, os “actóides”. O protagonista da novela comete uma série de erros que fazem a actóide JC-F31-333 morrer de rir. Mais tarde Adam está assistindo a filmes antigos no set, e JC-F31-333 ri novamente. Ela tem medo que o seu senso de humor seja um defeito, mas Adam vê nisso uma vantagem e muita coisa acontece a partir daí.
No CCBB de Brasília, de quinta a sábado, às 21h. Domingos, às 20h.